Total de visualizações de página

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

A Glorificação de Cristo

 




"E Jesus respondeu dizendo: É chegada a hora em que o filho do homem há de ser glorificado"(João 12.23).

Durante três anos Jesus vinha instruindo seus discípulos quanto ao plano de doar a sua vida em resgate de muitos. Para ele a sua morte era um momento de glória. Se aproximava a hora mais cruel que o mundo já presenciou; a tortura e morte do Salvador das nossas almas. O que dizer nesse momento para os discípulos, a não ser, que era chegado o momento da sua Glorificação. 

"E começou a ensinar-lhes que importava que o filho do homem padecese muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos, e pelos príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto, mais que, depois de três dias, ressuscitaria"(Marcos 8.31).

Para os discípulos este fato seria uma tragédia anunciada, porque na nossa visão humana morte é sempre derrota, mas no caso de Cristo foi sua maior vitória. Para satanás não era importante está morte, porque como se alegrar se sua cabeça estar prestes a ser esmagada?

Então Pedro usando um senso de misericórdia repreende o Senhor dizendo:"Senhor tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso"(Mateus 16.22). Jesus identifica no apelo de Pedro um pedido de Satanás, pois o momento da sua derrota havia chegado. O Senhor estava pronto pra este momento. Ele disse :"Para está hora eu vim ao mundo".

Quero compartilhar com o leitor algumas citações extraídas do livro de Bil Crowder "O Escarnio e a Majestade do Calvário"  ele diz que " O calvário foi a maior angústia de Cristo, no entanto também foi o acontecimento que produziu a sua glória". 
"Nos registros dos evangelhos sinóticos a cruz de Cristo é uma ferramenta de dor e humilhação, utilizada pelo carrasco, porém no evangelho de João ela retrata um trono de glória".

Tendo Jesus lavado os pés dos discípulos, depois de haverem ceiado, Satanás entrou em Judas Iscariotes para entregar Jesus para as autoridades. Assim que este saiu do recinto Jesus disse:"Agora é glorificado o filho do homem, e Deus é glorificado nele"(João 13.31).

O apóstolo Paulo descreve esse momento de glória nestas palavras: "E despojado os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo"(Colossenses 2.15).
Na cruz Jesus desarmou o inimigo, triunfando sobre ele e deixando-o exposto, envergonhado de tal forma que Satanás só é aceito quando se apresenta com engano. Precisa rastejar para conseguir adeptos, do contrário todos fugiriam dele.

Na cruz Jesus estava exposto pra todos que contemplavam aquela cena de tortura e dor. No entanto, no mundo espiritual era satanás que estava tendo sua cabeça esmagada. 

Quanta crítica o Senhor teve que suportar pra garantir a vitória sobre a morte e o inferno e nos redimir da condenação eterna. O teólogo J. Vernon McGee declarou com verdade que na cruz do calvário a humanidade atinge seu abismo mais profundo. E Bil Crowder ainda diz que "O sol escureceu porque a luz do mundo estava coberta com a nossa maldade". O inimigo fez de tudo para que ele descesse da cruz, usou pessoas para desafia-lo, mas Jesus estava disposto a sofrer todo horror da crucificação e garantir a nossa vitória.

            ESTE É JESUS O REI DOS JUDEUS
Para o teólogo Warren Wiersbe, este foi o primeiro folheto evangelístico redigido com uma declaração da verdadeira identidade do Senhor. Ele é REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES. Pilatos mandou escrever está placa não como reconhecimento da sua missão, mas para que todos vissem o resultado de quem se proclamasse rei.

Tanto é verdade que a morte de Cristo foi a sua Glorificação, que ele recebeu poder sobre as nações, tribos e línguas."...Digno é o cordeiro, que foi morto, de receber o poder e riquezas, e sabedoria, e força, e honra e glória, e ações de graças"(Apocalipse 5.12).


Deus abençoe!


Cleidimaar Santos


CROWDER, Bil. O Caminho da Paixão de Cristo. (O Escarnio e a Majestade do Calvário) Discovery House Publishers, 2009.

BÍBLIA, Sagrada. (ARC) João Ferreira de Almeida. Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.


Nenhum comentário:

Postar um comentário