"E esteve no deserto quarenta dias e sendo tentado por satanás..."(Marcos 1.13).
Assim como Adão Jesus também foi tentado, porém, com uma diferença Jesus venceu a tentação com a espada do Espírito que é a palavra de Deus. "porque as armas de nossa milícia não são carnais, mais sim poderosas em Deus, para destruição das fortalezas"(2 Coríntios 10.13).
Durante os quarenta dias em que Jesus esteve no deserto ele foi tentado pelo diabo. O campo de batalha contra Adão foi o jardim do Éden, contra Jesus foi o deserto da Judéia ao sul de Jerusalém. Trata-se de um território áspero, bastante acidentado, tendo muitas covas e correntes de águas que vêem seca a maior parte do ano. Este deserto também serviu de púlpito para as pregações de João Batista.
Está guerra foi assistida pelos anjos e bestas feras (Marcos 1.13). Satanás estava diante do segundo Adão e como foi fácil derrubar o primeiro ofereceu logo três prêmios: O pão sem pagar o preço, poder e glória, e suicídio. Para o diabo o fato de Jesus rejeitar transformar pedras em pães que é o evangelho sem sofrimento e também rejeitar ser o regente dos reinos deste mundo, então seria melhor o suicídio "Atira-te daqui a baixo"( Lucas 4. 9).
Mais a espada do Espírito brilhou no deserto da Judéia e ele então percebe que estar diante de um guerreiro (Êxodo 13.3).
- Nem só de pão viverá o homem, mais de toda palavra que sai da boca de Deus.
- Adorarás o Senhor teu Deus e só a ele servirás.
- Não tentarás o Senhor teu Deus.
O segundo Adão estava disposto a dar até a sua vida para resgatar a comunhão perdida no Éden. Chegou o fim da batalha no deserto, o filho de Deus saira da batalha vitorioso e o diabo perdedor. Este o deixou e chegaram os anjos e o serviram. Um banquete foi causa da queda de Adão e Eva e a vitoria de Jesus foi a causa de seu banquete.
Satanás desde a criação que ele tenta usurpar o lugar de Deus, como não conseguiu levou o homem a queda, atravéz de engano e embustes que o tiraria da presença de Deus deixando-o destituído da sua graça. Satanás não pode destruir o segundo Adão, por este viver em obediência constante ao pai e não estar disposto a colocar a humanidade em perigo por causa da cobiça.
Deus abençoe!
Cleidimar Santos

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